Sociedade

POLÉMICA NO BIG BROTHER VERÃO! Boris é acusado de ser “falso” com os colegas dentro da casa da TVI

Perante o olhar atento de Marta Cardoso, Teresa Silva sustentou que a imagem pública do participante levanta dúvidas quanto à sua verdadeira personalidade.

A viabilidade de Boris enquanto potencial vencedor do «Big Brother Verão» esteve em análise no «Extra» desta madrugada e, quando confrontada por Marta Cardoso sobre se o jovem reúne as condições para levar o prémio para casa ou se a sua forma de estar dita um desfecho contrário, Teresa Silva não escondeu o ceticismo em relação à empatia do público com a postura do concorrente: “Para chegar à final, sim. Vendo o público que não é uma pessoa real, que tenta estar com paninhos quentes com toda a gente para ninguém o nomear, acaba por ser prejudicial para ele“.

A comentadora assumiu que o jovem traçou esta linha de conduta desde a estreia, sem desvios aparentes: “Eu acho que ele quis entrar com esta postura de ser uma pessoa adorada por todos e dar-se bem com todos. Se ele é assim, não faço a mínima ideia, provavelmente até é. Porquê? Porque já passaram dois meses, dois meses e pico se não estou em erro (…) ele não mudou nada. E se realmente ele acaba por fazer determinadas coisas que não devia fazer, é porque efetivamente ele está ali à vontade ou à vontadinha e acaba por mostrar realmente aquilo que ele é“.

Concordando com as observações feitas anteriormente em estúdio por Cândido Pereira, a comentadora confessou que rejeitaria uma convivência de proximidade com alguém com estas características fora do ecrã: “Cá fora concordo com o que o Cândido disse, que se ele se quer dar bem com toda a gente, eu também não gostava que fosse uma pessoa próxima a mim, porque acabo, para mim acho que é uma pessoa que eu nunca iria conhecer. E aliás, e até vou mais longe e digo que provavelmente muita gente com quem ele lida se calhar não o conhece realmente [e] está agora a vê-lo de outra perspetiva“.

Teresa Silva apontou ainda a falta de capacidade do concorrente para assumir os próprios deslizes: “Há uma crítica que lhe temos que fazer que é: cada vez que ele faz uma coisa menos boa, como já vimos, ele não assume nada e depois corta a conversa, como já se viu aqui nesta conversa, em que as pessoas querem falar de alguma coisa que é jogo, que se passou dentro da casa (…) e ele diz: ‘Não, não, não falas disso’“.

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