“Dia muito difícil” para Cristiano Ronaldo! Adriano Silva Martins revela o motivo e deixa alerta

O programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta quarta-feira, 9 de setembro, abordou o “dia muito difícil” para Cristiano Ronaldo. Adriano Silva Martins destacou que o futebolista “viu o seu nome arrastado na lama por dois motivos“.
“Por um lado, o cronista português Luís Osório pediu ao futebolista que deixasse a Seleção e, por outro, o jornal desportivo francês L’Équipe não o incluiu dentro dos onze melhores da história da Liga dos Campeões“, acrescentou o apresentador.
Na crónica publicada no Diário de Notícias, Luís Osório escreveu: “Cristiano, já chega. Jorge Jesus tornará pública a convocatória para a seleção nacional. Não sei se Cristiano será convocado, mas sei que só não o será se pedir dispensa ou se despedir. É natural e até compreensível que tal aconteça, o homem já não é bem deste mundo, se estivéssemos na Grécia Clássica já teria o estatuto de semideus e lugar na mesa de honra do Olimpo. Não queiramos que gente de carne e osso faça o que apenas cabe às divindades: decidir sobre o destino de um titã“.
“Só ele poderá fechar a porta a si próprio, o que é complexo de ser imaginado. Cristiano tem um amor próprio inquebrável, foi essa a sua arma, a confiança para ser mais, para ser tudo, para se transcender e voar até ao topo de uma colina inacessível a mim ou a si. Vemo-lo de tronco nu e o seu corpo é o de um amestrador de músculos, vemo-lo a aproximar-se dos 1000 golos e desejamos que o faça com um pontapé de bicicleta que simbolize o seu prodígio, vemo-lo transformado num poderoso homem de negócios e tal enormidade é a prova de que é um escolhido. Volto à seleção nacional para, condoído pela minha soberba, apelar a Cristiano Ronaldo, filho de Zeus e Atalanta, semideus no Olimpo, para que diga ao mundo que já chega. Que já não dá mais. Ou que esta será a sua última dança, o último jogo com a camisola de Portugal“, completou.
“Seria perfeito se o fizesse. Acompanharia a decisão de Messi, que anunciou a despedida da Argentina, e sairia por cima como é próprio de um herói. Cristiano não me leves a mal, mas deixa os miúdos jogar à vontade, não lhes leves a bola“, finalizou.
O segundo motivo foi a eleição pelo repórter Vincent Duluc do onze ideal da história da Liga dos Campeões que inclui nomes como Lionel Messi, Luka Modric, Andrés Iniesta, Johan Cruyff, George Best e Alfredo Di Stéfano, entre outros, mas não o de Cristiano Ronaldo.







